Um ambiente escolar extremamente competitivo - e voltado para testes de ingresso na universidade - está prejudicando a vida de muita gente.

O diagnóstico não partiu de educadores indulgentes ou de adolescentes preguiçosos: mereceu um editorial da prestigiosa revista Science, publicação da Associação Americana para o Avanço da Ciência.
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Documentário. Cena do filme ‘Race To Nowhere’, que nos EUA passa em escolas e igrejas
A autora, Deborah Stipek, da Faculdade de Educação da Universidade Stanford, em Palo Alto, na Califórnia, estuda a motivação dos jovens no ambiente escolar há 35 anos.
Na terça-feira passada, durante uma entrevista, ela recordou o dia em que a sua filha chegou em casa, comemorando: "Nunca mais vou estudar francês." A garota tinha acabado de fazer uma prova que a auxiliaria a concorrer a uma vaga no sistema de ensino superior americano. "Ficou claro que não estava interessada em dialogar com outras culturas, em viajar ou em adquirir uma habilidade útil para a vida", pondera Deborah.

“A ideia é integrar esses conteúdos com a prática docente, transformando o blog em uma extensão do ambiente de aprendizagem escolar”. Michel Goulart



O professor utiliza o blog como uma extensão da sala de aula, além de adicionar conteúdo próprio, a ferramenta serve para compartilhar outras iniciativas que considera relevantes na rede. “A ideia é integrar esses conteúdos com a prática docente, transformando o blog em uma extensão do ambiente de aprendizagem escolar”.



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Profissionais falam sobre a construção de um time, mas poucos conseguem criá-lo ou torná-lo eficaz. Você considera necessários os itens desta lista?

Você pertence a uma equipe no sentido mais amplo? Estar em uma equipe é um resultado de se sentir parte de algo maior do que você e tem muito a ver com a sua compreensão sobre missão e objetivos da sua organização.
Em um ambiente de trabalho, você não apenas contribui para o sucesso global da organização, como também atua com outros membros e estes geram resultados.
Mesmo que você tenha uma função de trabalho específico ou trabalhe em um determinado departamento, o qual está unificado com outros membros para alcançar os objetivos globais, sua função existe para criar algo maior.
Desenvolver um time é diferente de construir uma efetiva equipe de trabalho focado; é preciso considerar algumas abordagens que possam superar expectativas e acima de tudo corresponder às ações que destinamos.
Executivos, gerentes e membros da organização universalmente exploram formas de melhorar os resultados do negócio e de rentabilidade. Muitos vêem o time de forma horizontal e esquecem dos colaboradores na criaçãoque estão por trás.
Não importa o que vocês chamam de esforço: a melhoria contínua está diretamente ligada aos resultados para os clientes.
Poucas organizações, porém, estão totalmente satisfeitas com os resultados de seus esforços. Se estes não estão à altura das expectativas, seguramente você estará nesta lista de auto-diagnóstico por assim dizer. Para formar uma equipe completa, é primordial dar atenção a cada um dos itens abaixo:

1. Expectativas

  • Existe uma liderança claramente unificada com o desempenho da equipe?
  • Os membros da equipe entendem porque as metas foram criadas?

2. Contexto

  • Os membros da equipe compreendem porque estão lá?
  • Será que eles entendem como a estratégia de usar equipes ajudará a organização atingir os seus objetivos?
  • Membros da equipe podem definir a importância para o cumprimento das metas?

3. Compromisso

  • Os integrantes da equipe desejam estar nela?
  • Eles sentem como a missão é importante?
  • Estão aptos a cumprir com os resultados esperados?
  • Até que ponto eles percebem o quão valiosa é sua atuação não só para a organização, mas com suas próprias carreiras?
  • A equipe espera que suas habilidades cresçam e se desenvolvam no decorrer do percurso?
  • Os membros da equipe se sentem estimulados e desafiados pela oportunidade do próprio time?

4. Controle

  • A equipe possui liberdade e autonomia para desenvolver suas habilidades, mas ao mesmo tempo os integrantes compreendem claramente os seus limites?
  • Até onde podem ir em busca de soluções? Ou seja, recursos monetários e tempo, definidas no início do projeto antes que a equipe encontre barreiras e refaça as tarefas?
  • Existe um processo de análise definida e estas alinhadas na direção e propósito corretos?
  • Existe respeito sobre o cronogramas de projetos, compromissos e resultados?
  • A organização possui um plano para aumentar as oportunidades de auto-gestão entre os membros presentes?

6. Colaboração

  •   Existe uma compreensão a respeito do processo criativo do grupo?
  • Todos os membros estão de acordo com as funções e responsabilidades atribuídas?
  • Foi denominado alguém para gerenciar crises e regras de conduta em áreas como a resolução de conflitos, decisão por consenso e a reunião de gestão?

7. Comunicação

  • Existe um método estabelecido a respeito do feedback?
  • Será que a organização fornece informações importantes regularmente?
  • Os membros se comunicam de forma clara e honesta com os outros?
  •   A equipe traz a diversidade de opiniões para a mesa?

8. Inovação criativa

  • A organização está realmente interessada em mudar o atual cenário da empresa?
  • Existe o pensamento mútuo de criar e trazer soluções originais?
  • A empresa está apta a proporcionar formação complementar e viagens de campo quando necessárias para estimular a equipe?

9. Consequências

  • Os membros da equipe se sentem responsáveis e responsabilizados pelas realizações obtidas?
  • De que forma é reconhecida quando as equipes são bem sucedidas?
  • O risco é razoável, respeitado e incentivado na organização?
  • Os membros da equipe gastam o seu tempo apontando o dedo ao invés de resolver os problemas?

10. Coordenação

  • Existe um organograma central que ajuda os grupos no que precisam para obter sucesso?

11. Mudança cultural

  • A organização visualiza que a equipe de colaboração pode de fato mudar o cenário comercial da empresa?
  • A organização reconhece que, quanto mais ela mudar o clima para apoiar as equipes, mais modificará positivamente o cenário comercial da empresa?
Nem sempre é fácil fazer parte de processos de decisão na empresa, pois haverá sempre alguém pouco ou nada disposto a cooperar. Porém, querendo ou não, somos parte integrante de um conjunto e com isso somamos as decisões ao invés de concentrá-la em nós mesmos.
O imprescindível neste cenário é dedicar tempo e habilidade para gerenciar nossas atitudes como membros de equipe e acima de tudo doarmos tempo e atenção em cada uma dessas dicas para garantir que a equipe de trabalho contribua de forma mais eficaz para o sucesso da empresa.

Reflexão - Ação - EducAÇÃO


“A tecnologia é um grande apoio de um projeto pedagógico que foca a
 aprendizagem ligada à vida.”

(José Manuel Moran Doutor em Comunicação pela USP)

A Internet tem sido usada de diversas maneiras e em diferentes níveis de intensidade, em todas as modalidades da educação, tanto por alunos como por professores, refletindo diretamente na qualidade do ensino, pela qual se luta e sobre a qual se discute demasiadamente.

Anisio Teixeira e a educação

Transdisciplinaridade na Escola


O eterno Darcy Ribeiro

Paulo Freire Ultima Entrevista 2° parte

Ultima Entrevista a Paulo Freire 1° parte

Com tanta autonomia em casa, jovens da Geração Y esperam o mesmo no ambiente escolar

Com tanta autonomia em casa, jovens da Geração Y esperam o mesmo no ambiente escolar

A aluna diz: Queremos que todas as escolas fossem assim...Escola estadual em Niterói (RJ) é a primeira do país a receber selo Carbono Neutro

O selo indica que a instituição está preocupada com a natureza. Todo o gás carbônico produzido pelo Colégio Estadual David Capistrano acaba sendo neutralizado com ações de preservação. Clique AQUI e entenda como funciona.

Maestro Dudamel:Caminho para dar OPORTUNIDADE e MELHORAR a sociedade! EducAÇÃO!!! Emocionante! O que devemos aprender com isto? Talento + Disciplina

Carta Capital na Escola: Sobre o uso das REDES SOCIAIS na escola


As restrições ao uso das novas tecnologias digitais no mundo da escola ainda são fortes, mas esse cenário tende a se modificar com o tempo. O professor acabará entendendo que lecionar não é mais uma via de mão única, e sim que o aluno tem muito a acrescentar em classe, sobretudo pela facilidade que as novas gerações têm ao usar o computador. As redes sociais podem e devem ser utilizadas dentro do contexto pedagógico, e não somente como formato auxiliar. Esses são alguns pensamentos do pesquisador em tecnologias na educação e coordenador associado do Núcleo de Informática Aplicada à Educação (Nied) da Unicamp, José Armando Valente, que trabalha com o tema desde 1983.
Valente é um raro exemplo de profissional que compôs seu currículo agregando as áreas de educação e engenharia à informática. Tem também o título de doutor em Filosofia pelo Departamento de Engenharia Mecânica e Divisão de Estudo e Pesquisa em Educação do Massachusetts Institute of Tecnologic (MIT). Nesta entrevista a Carta na Escola, Valente fala também da dificuldade que os governos nacionais têm em adaptar o currículo ao uso das novas tecnologias. “O Brasil não está preparado, mas não há país no mundo que esteja neste momento”, afirma.
Carta na Escola: O senhor é engenheiro de formação. Como surgiu o interesse em estudar a educação e associá-la à tecnologia?
José Armando Valente: Bom, fui formado como engenheiro mecânico e, desde a faculdade, eu mexia com computador. Fui ensinar computação na Unicamp e lá conheci um grupo que trabalhava com a tecnologia na educação – portanto, apesar de a tecnologia na escola ser um assunto maior há poucos anos, já se discute esses conceitos para sua utilização na escola há décadas. Em 1983, foi criado o Núcleo de Informática Aplicada à Educação, o Nied, que está na ativa até hoje e experimentou diversas fases tecnológicas. Naquela época, falávamos muito do computador para criar a linguagem operacional chamada Logo, desenvolvida por um pesquisador do MIT, nos Estados Unidos) e que dialogava com o construtivismo. Essa linguagem dizia que, em vez de a máquina instruir o aluno, é o aluno que deveria instruir a máquina. Então, nesse processo, você utilizaria conceitos que permitiram ao aluno aprimorar o próprio conhecimento aos poucos. Veja que não usamos mais o Logo há muitos anos, mas as redes sociais têm a mesma abordagem. Depois focamos mais na educação a distância e nos laptops educacionais, em situações que tornam o ensino mais abrangente e melhor.
CE: Por que é importante a escola abraçar o mundo das redes sociais?
JAV: Quando falamos em inclusão digital hoje, estamos nos referindo a um conceito um pouco diferente do que estivemos acostumados nos últimos anos. Agora não se trata mais de ter acesso à tecnologia, porque grande parte da população do Brasil já tem acesso a computadores através da escola, da lan house e do barateamento do computador pessoal. A questão vai além. Já é sobre como o sujeito se comporta no meio on-line e de como pode trazer essa tecnologia para tirar benefícios próprios. A importância da escola hoje é também ajudar as pessoas- a desenvolver essa habilidade. É um processo de formação de pessoas, que é justamente uma das missões da escola. Mais que fazer parte da internet, as redes sociais fazem parte da vida das pessoas. A escola deveria já estar lidando com isso ao incluir as novidades tecnológicas em seu aparato pedagógico. A partir daí, existe o conteúdo das aulas, que pode se tornar mais profundo com o auxílio de toda essa tecnologia.
CE: E de que maneira o uso dessa ferramenta pode fazer a diferença na educação de um estudante?
JAV: Hoje a escola está basicamente restrita a lápis e papel. O currículo dela é todo formado assim há muito tempo, os professores foram moldados dessa maneira. Só que hoje temos simulações digitais que formam novos mecanismos para se lidar com o conhecimento, tudo ao alcance do professor. Exemplos: há simulações muito difíceis de você criar utilizando somente a lousa e o giz, e que poderiam rapidamente ser feitos no computador. Estou falando de formas geométricas da Matemática, estou falando de terremotos e tsunamis na Geografia etc. Imagine também uma aula de História, em que você visita um museu on-line. Esses já existem, já há uma interação fantástica atualmente.
CE: E como o senhor avalia que as redes sociais poderiam ser usadas em sala de aula?
JAV: Imagine que os adolescentes usam bastante o Twitter. Esse fator já faz dele algo palatável para o professor utilizar em sala de aula, pois desperta um interesse natural. Por que o professor de Língua Portuguesa, por exemplo, não o utiliza para os alunos expressarem ideias em 140 caracteres? É um ótimo exercício de concisão, um trabalho de comunicação sintética que muitos alunos de doutorado não costumam ter. É fundamental saber resumir suas ideias no mundo de hoje. Isso também serve para professores de outras disciplinas, em circunstâncias similares. Agora, claro, o aluno precisa da ajuda do professor para utilizar a ferramenta didaticamente. Não é porque ele está no Twitter que vai sozinho usar da melhor forma possível.
CE: Mas já há professores que usam -blogs, por exemplo, não?
JAV: Sim, mas muitas vezes não é um bom uso, ou é um uso incompleto. Serve mais como apoio de material, o blog não está incluso para valer na maneira de dar a aula.
CE: O aluno tende a ter mais interesse ao identificar uma ferramenta que ele usa diariamente?
JAV: Sim, mas depende muito se você tem um uso correto da tecnologia. Se você usa mal, sem conseguir agregá-la ao material didático, não adianta. O aluno precisa captar que aquilo está sendo útil para ele. Infelizmente, ainda há essa distância entre a escola de hoje e a vida fora dela, os alunos lidam pouco com o lápis e o papel.
CE: É comum professores serem refratários à ideia de inclusão da internet em sala de aula, principalmente porque conhecem menos essas ferramentas que a maioria dos alunos, que foram criados com elas. Como adaptar os professor sem traumas?
JAV: Fazer parceria com os alunos é a melhor forma, sem dúvida. Uma coisa que deve ficar claro é que a educação na era digital é bastante colaborativa, envolve interação e compartilhamento. Não pode existir mais aquela situação em que o professor se prepara para entrar na classe e dar um show-solo. Ele tem de sair do pedestal, a internet não tem nada a ver com isso e, uma vez que ela esteja presente em sala de aula, essa relação muda. Então você pode pedir auxílio para os alunos que têm o conhecimento daquelas ferramentas, que já entendem tudo da parte tecnológica, porque cresceram mexendo -naquilo. O bom professor é aquele que vai aproveitar esse conhecimento do estudante, trazê-lo para a sala de aula e definir como aquele conteúdo vai fazer parte da vida do estudante. Perceba como isso é importante do ponto de vista educacional.
CE: Que casos positivos servem de exemplo da inclusão das redes sociais na sala de aula?
JAV: Lembro de um caso bem-sucedido que foi durante a moda dos flashmobs. Os alunos estavam nessa onda e os professores organizaram uma tarefa multidisciplinar, na qual os alunos tinham de preparar um evento desses. Há a concepção artística da coisa, há a resolução de problemas para que se concretize o flashmob, aí tem o professor de Matemática que explora as figuras geométricas etc. Os alunos se empolgam.
CE: Os dirigentes do ensino brasileiro têm se preparado para isso? Como o senhor avalia as políticas públicas para tal?
JAV: Não, eles não estão bem preparados, mas esse não é um fenômeno exclusivo do Brasil. Para falar a verdade, é do mundo inteiro. Não há um só país que já tenha todo um programa de utilização das novas tecnologias no universo educacional e que já esteja em pleno funcionamento. Vejo que, na Inglaterra e nos Estados Unidos, há casos isolados entre escolas e grupos de pesquisas, mas nada que se caracterize como uma política pública. O problema é que essas mudanças curriculares não podem simplesmente ser feitas de cima para baixo. Não adianta o Ministério da Educação dizer que a partir de agora o ensino brasileiro vai ser totalmente dentro da era digital se o professor que está lá em baixo da cadeia não participa, se a escola não está preparada etc.
CE: E qual é a alternativa a isso?
JAV: Com o tempo essa interação da escola tende a crescer, mas o fato é que os administradores da política pública têm de se reunir com os professores, que estão no dia a dia da sala de aula e sabem muito bem o que os alunos estão trazendo em termos de novidades. Entendendo o que os professores enfrentam, você consegue assimilar as novidades e as melhores maneiras de incluí-las no currículo.
CE: Mas a velocidade das mudanças das políticas educacionais é lenta, pode ficar décadas sem mudar. E a tecnologia muda em questão de meses. Como conciliar isso?
JAV: De fato, a política nunca vai dar conta de acompanhar o desenvolvimento tecnológico. Agora, o papel da política é preparar todos os personagens do ensino para a flexibilidade que virá do desenvolvimento tecnológico, de mostrar sobre como se preparar para ele. Essas bases são extremamente importantes não só para o mundo escolar, mas também para a nossa sociedade. Cada grande mudança de tecnologia dessas contém uma forte concepção educacional. Portanto, a política não vai acompanhar o avanço tecnológico, ela deve preparar o terreno para que aconteça.
Saiba mais sobre este assunto, acessando a CARTA CAPITAL. Leia também comentários relacionados AQUI.

6º Encontro Internacional de Educação Pedagogia 3000 RIO DE JANEIRO | 6º Encontro Internacional de Educação Pedagogia 3000 RIO DE JANEIRO | JULHO/2011 - Programação


Sem palavras.

Inovação Educativa

A Fundação Telefônica, em parceria com o Instituto para o Desenvolvimento e a Inovação Educativa da OEI, realizou uma pesquisa em todo o Brasil para identificar quais os projetos que estão na vanguarda da educação.

O Seminário Fundação Telefônica de Inovação educativa vai analisar projetos, discutir o assunto, reunir profissionais da área, trocar informações, dicas e contar um pouco desta história.

Desafios do Brasil para os próximos 30 anos

Desafios do Brasil para os próximos 30 anos

O que estou fazendo da/com minha vida? Emocione-se.

Uma adolescente britânica de 15 anos em estado terminal de câncer atraiu mais de 230 mil visitantes para o seu blog no qual relata sua busca em conseguir completar uma lista de 17 coisas que pretende fazer antes de morrer.

Alice Pyne lançou seu blog na última segunda-feira, após seus médicos terem considerado que não há mais tratamentos possíveis para o linfoma descoberto há quatro anos."Eu sei que o câncer está me vencendo e não parece que eu vou vencer esta", diz ela em sua apresentação no blog. "É uma pena, porque há tanta coisa que eu ainda queria fazer", escreveu ela.Ela prometeu documentar "o tempo precioso com minha família e meus amigos, fazendo as coisas que eu quero fazer". "Você só tem uma vida... viva a vida", complementa.


Em uma mensagem postada após o sucesso do blog, ela escreveu: "Nossa, eu pensei que estava só fazendo um pequeno blog para alguns amigos! 


Muito obrigado por todas suas adoráveis mensagens para mim".Entre os desejos da menina está nadar com tubarões, encontrar a banda Take That, visitar uma fábrica de chocolates e inscrever sua cachorra, Mabel, em um concurso.Ela também incluiu em sua lista "fazer todo mundo se inscrever para se tornar doador de medula".Na quarta-feira, com a repercussão de sua história, o próprio primeiro-ministro britânico, David Cameron, prometeu se tornar um doador após ouvir o relato do caso de Alice no Parlamento por um deputado opositor.


O sucesso também a ajudou a arrecadar mais de 10 mil libras (cerca de R$ 26 mil) em doações para uma organização beneficente de pesquisas sobre o câncer.


No ano passado, Alice Pyne já tinha ganhado certa notoriedade na Grã-Bretanha ao lançar uma campanha com a associação Anthony Nolan, que ajuda pacientes que precisam passar por transplantes, para encontrar doadores de medula óssea que pudessem ajudá-la em seu tratamento.Mais de mil pessoas se voluntariaram para doar a ela, mas em outubro os exames médicos mostraram que o câncer havia se espalhado e que já não havia opções de tratamento.


Ela passou por várias sessões de radioterapia e quimioterapia, além de se submeter a um transplante com as suas próprias células-tronco, mas os tratamentos não tiveram o resultado esperado.Em sua apresentação no blog, a adolescente diz que não espera conseguir completar toda sua lista de desejos. "Algumas coisas não vão acontecer, porque eu não posso nem mesmo viajar mais", diz. Um dos itens de sua lista é "viajar para o Quênia".


Ela diz, porém, que pensou que seria divertido publicar a lista na internet e ir marcando o que ela for conseguindo fazer, ao mesmo tempo atualizando os leitores do blog sobre o processo.Graças ao sucesso do blog, porém, ela vem recebendo milhares de ofertas de ajuda para conseguir cumprir seus desejos. Em um comentário postado na quinta-feira, ela conta que vai conhecer o Take That no fim de semana."Estou tão excitada que nem posso esperar. 


Só espero que não fique doente ou algo estúpido", diz. "Tenho vivido de pijamas no último ano, então minha mãe foi à cidade para comprar roupas para mim", conta."Parece que outras coisas que eu havia desejado estão sendo organizadas para mim, então obrigado a todos por isso. Eu me sinto uma garota de muita sorte", afirmou.


Fonte: Uol Notícias