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FORMAÇÃO DOCENTE - Temas para Palestras e Workshops para Professores



1.       Workshop ORIENTANDO QUEM ORIENTA PROJETOS

                    Um workshop diferencia-se de uma palestra, por alguns eixos conceituais básicos. Nele,  a platéia não é apenas mera espectadora. Em determinados momentos (ou em todos eles, dependendo da organização do trabalho e do estilo de aprendizado proposto), o auditório é convocado a participar, normalmente vivenciando experiências que remetem ao tema em discussão. Nesse sentido, o workshop tem caráter mais prático e sua realização requer, do palestrante (também chamado "facilitador") uma profunda abertura ao diálogo, ao envolvimento, ao confronto. Normalmente, durante um workshop, estimulam-se trabalhos de recortes, de construções em subgrupos, de organizações de painéis, de plenárias com recursos multimídia.

                     1º momento: ProvocAÇÕES
                     2º momento: Construção de Pipas
                     3º momento: Construção/Apresentação/Reflexão/Avaliação


Duração: 8h


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2 .       “Orientando quem orienta: Novos desafios, novas lideranças. Quem sou eu para educar?”


                     A partir da apresentação do  vídeo do encontro da banda de rock Scorpions com a Orquestra Sinfônica de Berlim, será refletida relação entre o popular e o erudito, que também acontece na escola e nas salas de aulas, por meio da troca de conhecimentos entre o professor e o aluno. Ao mesmo tempo, será refletida a liderança do professor por meio de passeios  pelas  poesias de Carlos Drumond de Andrade, Theatro  Mágico, entre outros.


                (Palestra realizada no  6º Encontro Internacional de Educação Pedagogia 3000. Clique AQUI.)


Duração: 2h
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    3.   Workshop Terapia do Abraço

               A ciência e o instinto nos ensinam que uma que uma boa forma de alcançar a sensibilidade do ser humano é através do toque físico. E uma das forma  mais importantes é o abraço. Com um abraço nós nos comunicamos no nível mais profundo.  Experimentaremos  11 tipos de abraços baseado no livro:  A TERAPIA DO ABRAÇO de Kathleen Keating. Prepare-se para a emoção de abraçar e ser abraçado de diferentes formas.



Duração: 2h
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post em construção





Bons professores na sala de aula


Com o quadro mapeado, o estudo optou também por propor alternativas para reverter a situação. A FVC e a FCC convidaram 17 especialistas de diversas áreas da Educação para um debate em novembro do ano passado. O resultado foi um rico conjunto de ideias para selecionar bons professores e manter os melhores na sala de aula. O consenso é de que deve-se atacar o problema por diversas frentes, oferecendo salários iniciais mais altos (os atuais ainda se encontram em patamares inferiores aos de outras profissões que exigem curso superior), propondo bons planos de carreira (substituindo uma progressão que hoje é baseada quase exclusivamente no tempo de serviço), melhorando a formação inicial (muitos docentes largam a carreira por estar despreparados para ensinar), resgatar o valor do professor na sociedade (por exemplo, noticiando mais as boas experiências em sala) e tratá-lo como profissional (a matéria-prima de seu trabalho é o conhecimento didático e não algum tipo de dom, como pensam muitos jovens).

Implementar a maioria dessas proposições está sob a responsabilidade da União, dos estados e dos municípios. Mas existe outro conjunto de medidas que diz respeito diretamente ao cotidiano na sala de aula. É o caso, por exemplo, do planejamento da formação continuada. Entender o que os professores de cada escola precisam aprender - não apenas para fazer os alunos avançar, mas também para que permaneçam satisfeitos e atuando com qualidade - é algo que deve estar no radar dos gestores escolares. Quase sempre, a melhor alternativa é realizar esse trabalho dentro da própria escola. "Um coordenador pedagógico que discute com os docentes suas necessidades específicas dá mais segurança à equipe. Os cursos externos em universidades e instituições de treinamento nem sempre são suficientes para atacar os problemas localizados", explica Bernadete. O papel do diretor, por sua vez, aparece com força quando se trata de melhorar as condições de trabalho tanto em relação à estrutura material da escola quanto à convivência no ambiente escolar - combatendo, por exemplo, a violência, um dos fatores que mais afugentam docentes em atividade e potenciais candidatos. Nesse ponto, a integração com a comunidade é essencial para que o papel social da escola e seu espaço sejam respeitados.

O investimento na gestão para a convivência pode ajudar - e muito - para que se crie outro fator de atração para a docência. É o que os especialistas chamam de "oferecer uma boa experiência escolar". A ideia é simples: se durante a vida acadêmica o estudante realmente aprendeu e desenvolveu uma boa relação com professores e colegas, tenderá a pensar mais na possibilidade de escolher a docência quando chegar a hora do vestibular. "Atualmente, isso é importante sobretudo na rede pública, pois é de lá que vem a maioria dos professores. É lá que mais precisamos de bons exemplos", afirma Marli Eliza de André, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Trilhando esse caminho, você pode ajudar a atrair os bons candidatos de que o país tanto precisa para melhorar a Educação.