Quem é Gustavo Ioschpe?

Falência educacional: complô ou lógica?

Quando se fala em educação no Brasil, algo não faz sentido. Todos exaltam o benefício da educação e apontam-na como a solução de nossos problemas. Todos parecem engajados em sua melhoria. Apesar desse consenso e da boa vontade, nossas escolas patinam, e sua qualidade só tem decaído. Para explicar essa curiosa dissonância, era comum ouvir, dez anos atrás, a ideia de que nosso fracasso na área se devia à falta de "vontade política" de nossos governantes, ou ainda ao complô das elites pela alienação do proletariado, ou, finalmente, às imposições do Fundo Monetário Internacional (FMI), que supostamente exigia o corte gastos na educação em seus acordos com o país. 


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Projeto Cuidando do FUTURO - Tião Rocha convoca as pessoas a pensar na vida!

O que é Pedagogia 3000? - Instituto De bem com a alma

O que é Pedagogia 3000? - Instituto De bem com a alma

Escola deve formar estudante para o amor e a beleza


FELICIDADE: made in Butão

Cada país tem alguns carros-chefe em sua pauta de exportações. Os Estados Unidos, por exemplo, são famosos por vender armamentos e filmes ao resto do mundo. Apesar dos avanços tecnológicos, o Brasil ainda é essencialmente um fornecedor de commodities. Já o Butão, pequeno país encravado entre China e Índia com pouco mais de 600 mil habitantes, vem se tornando conhecido por exportar um caminho para a felicidade. 

Em 1972, o rei do Butão, Jigme Singye Wangchuck, criou o termo Felicidade Interna Bruta (FIB), para se contrapor ao Produto Interno Bruto (PIB). Ou seja, uma nova maneira de avaliar a riqueza de um país levando em conta não apenas os aspectos econômicos, mas também os ambientais, culturais, psicológicos e espirituais, entre outros. 


Ao passar a aferir os índices do FIB e criar políticas públicas para atacar os problemas encontrados, o país conseguiu dar um salto em seus indicadores sociais e chamar a atenção do mundo para essa experiência inovadora. O conceito do FIB foi, por exemplo, uma das inspirações para a Trip desenvolver os 12 temas que debate mensalmente em suas edições há quatro anos.


Hoje, uma das principais autoridades do mundo em Felicidade Interna Bruta é Dasho Karma Ura, presidente do Centro para Estudos do Butão e membro da Comissão do FIB do Ministério do Planejamento de seu país. Ele está no Brasil para divulgar o mais disputado produto de exportação butanês e participar de uma série de eventos, como a 1ª Conferência Nacional do FIB, que foi realizada em São Paulo na última quarta-feira, em um Sesc Pinheiros lotado. 

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O sociólogo italiano Domenico Di Masi enfatiza que uma escola feliz deve preparar os jovens também para o tempo livre

O professor italiano, sociólogo do trabalho e escritor Domenico Di Masi tem dito em suas palestras pelo mundo afora que a escola prepara as pessoas para serem tristes. É, sem dúvida, uma fala audaciosa que tem mexido com os cânones do magistério. Como os professores podem se sentir realizados com seu trabalho, formando pessoas para a tristeza? Como fazer do exercício do magistério uma atividade de e para o prazer? São algumas das perguntas formuladas por Folha Dirigida ao autor de “O ócio criativo” e “Sociedade sem trabalho”, entre outros livros que pregam a importância da preguiça e o dever do ócio a milhares de leitores espalhados pelo mundo.

Nesta entrevista, a única em que aborda exclusivamente o trabalho do magistério, ele diz que o trabalho do professor é “o mais lindo” e privilegiado que existe, por se tratar de uma atividade de estímulo à convivência criativa. Entre os conteúdos fundamentais para um bom trabalho, Domenico aponta a vocação estética e ética, sem as quais o professor não poderá desempenhar bem o seu trabalho. Em relação a salário, na contramão da maioria que amarga as dificuldades impostas pela baixa remuneração, ele diz que não é essencial à qualidade do serviço: 

— É importante para dar uma certa tranqüilidade, mas não é fundamental — afirma.


Mas quando o assunto é pesquisa, o trovador da preguiça torna-se um radical e diz que ela é “a vida do professor”. Para ele, não é possível uma faculdade de Pedagogia abrir mão do ensino sistemático da Metodologia da Pesquisa e da Filosofia do Conhecimento. Veja a entrevista, clicando aqui.

IQP - INDICADORES DE QUALIDADE DE PROJETO

A equipe de educadores do CPCD sempre trabalhou seus programas de educação popular e de desenvolvimento comunitário, assim como seus projetos específicos – “Sementinha”, “Ser Criança”, “Bornal de Jogos”, “Fabriquetas Comunitárias”, “Agentes Comunitários de Educação”,  etc. – como processos de permanente apreensão, compreensão e devolução.   Uma das maiores dificuldades que enfrentávamos era em relação ao quesito “indicadores de avaliação” dos nossos projetos. Este problema (que não era só nosso, mas ainda aflige e compromete o trabalho das ONGS e da grande maioria dos projetos sociais e de intervenção comunitária) passou a ser um desafio permanentemente enfrentado pela equipe. Entre as muitas questões que formulávamos, destacamos algumas: 

Blitz da educação mostra como anda o ensino na Região Sudeste

PIM - Pessoas Interessadas em Mudanças

Especial EDUCAÇÃO - JN Especial

Não há razão, nem explicação aceitável para tantos alunos no Brasil deixarem a escola sem aprender o que deveriam.
O último relatório do Todos pela Educação mostra que o percentual de aprendizado de matemática no final do ensino fundamental, por exemplo, está abaixo de 15% (14,8%) e o de português é 26,3%.
A coordenadora de projetos da Fundação Roberto Marinho, Maria de Fátima Gabriel, acha que todos os alunos têm capacidade de aprender. E que é função da escola buscar alternativas, às vezes, é preciso sair do formato tradicional.

MEC defende que aluno não precisa seguir algumas regras da gramática para falar de forma correta


O livro de português distribuído pelo Ministério da Educação defende que a maneira como as pessoas usam a língua deixe de ser classificada como certa ou errada e passe a ser considerada adequada ou inadequada.

Provocação 1 - O que é uma AULA ATRATIVA?

"Mesmo com toda orientação do que era uma aula atrativa, os alunos elencaram o ATRATIVO como AFETIVO, pontuando que os professores que mantém um diálogo com a turma e abrem o espaço para que sejam ouvidos são os que conseguem maior atenção do grupo e ministram aulas "melhores".   Será que um dos temperos que está faltando na sala de aula para mediar o ensino-aprendizagem não é também o AFETO??? Será que nós professores estamos nos distanciando cada vez mais de nossos alunos?"   

O que é uma AULA ATRATIVA?  

Vegetarianos Online: uma aliança estratégica pela saúde



Um espaço aberto a todos: vegetarianos, 
não vegetarianos e simpatizantes. 
Este é um site pra gente! 
É um lugar de gente que cria e produz com alegria, vontade e 
ciência novas formas de cuidar e salvar a nossa querida Mãe Terra.



Oriente-se! 


P I N C E - Prêmio Inovar para Crescer nas Escolas/2011 - Apresente seu projeto...Lia o EDITAL


Para outras informações, acesse o site: www.pince.com.br, ou ligue para: (21) 8876-2901.

O que motiva VOCÊ ? Já se perguntou ?

                             aventura 


sonho 
                          talento
                      motivação
entusiasmo 
                                            ética 


                   meritocracia

Observatório da Língua Portuguesa

O valor dos talentos

Jornal do BrasilMarcelo Gonçalves*
A perspectiva de crescimento projetada para a economia do Brasil nospróximos anos  apresenta um grande desafio para as empresas: como contar com profissionais capacitados em número adequado para encarar os avanços tecnológicos e as demandas por uma gestão eficiente, especialmente diante da escassez de talentos em nosso mercado de trabalho?
É sabido que a procura por mão de obra qualificada vem crescendo mais que a oferta de pessoal capacitado para atender às exigências do mercado. Podemos perceber nesse movimento que cada talento diferenciado tende a ser valorizado. Há, assim, uma tendência de que existam disputas ferrenhas pelos profissionais melhor qualificados, sendo que as ferramentas usadas para atraí-los têm cada vez mais apelo e potencial de sedução.
Não é difícil perceber que as empresas têm um compromisso consigo próprias e com seus colaboradores, que é o de se esforçarem para não perder para o mercado os talentos de seus quadros. Os recursos despendidos para a preparação, formação, capacitação e adequação de um funcionário às características e necessidades de cada atividade são muito altos, e a perda para o mercado (muitas vezes para a própria concorrência) de um talento já adaptado às rotinas de uma empresa representa um grave desperdício de recursos.
Para que sejam mantidos os talentos, é necessário entender o que motiva os colaboradores a trabalhar. Quando entendemos isso, compreendemos que, além do salário e benefícios, a possibilidade de evolução profissional, a capacitação constante e a vivência em um ambiente profissional estimulante e saudável são fatores essenciais para cativar os profissionais. Adotando-se medidas atraentes e que estimulem os colaboradores mais talentosos, certamente eles serão mais fieis e dedicados à corporação, apegando-se a ela e ponderando de forma mais atenta as eventuais tentações oferecidas pelo mercado.
* Sócio-diretor da BDO 

Características da Educação Horizontal

A educação permanece o desafio dos tempos. A capacidade humana de criar novas modalidades de evoluir necessita de número ilimitado de adesões. A promoção da criatividade e da intuição tornou-se tema qualificado para realizar as mudanças que os tempos exigem.
A educação horizontal apresenta-se como  sistema atual,  adequado e capaz de atender à evolução mental e emocional do ser humano.A horizontalidade sustenta-se em pilares sólidos para evoluir com segurança na conquista  do pleno desenvolvimento e aperfeiçoamento do ser humano.
O pilar mestre da educação horizontal são os paradigmas internos. O esteio atenuante  de  possíveis divergências, é o uso do indicativo presente do verbo.O educando depara-se  com espaço aberto e sem limites para desenvolver suas potencialidades.
Os paradigmas internos oportunizam uma educação consciente, onde o educando assume a responsabilidade  pelos próprios atos, como projeto pessoal. Essa possibilidade torna-se realidade para atendimento das ânsias das novas gerações.
Nessa filosofia a presença do educador torna-se indispensável como facilitador das escolhas conscientes do educando. As oportunidades são imensas. O desafio apela para  uma  capacitação  específica do educador, porque a perda de poder, às vezes, significa autodesqualificação, apatia, rejeição, sensação de nulidade, etc.
O educador assume a conversão para uma filosofia que adota a conscientização do educando como mola mestra das mudanças educacionais. É importante a absorção  de novas tecnologias de mudanças, onde o educador foca o foco do educando para inserir visão realista do ser humano.
Na educação horizontal o educador nunca se nivela ao educando. Ao contrário, atua como amigo acolhedor, capaz de agregar os educandos para adesão consciente ao projeto de harmonização, onde os referenciais positivos são fonte de admiração e de imitação.
O educador agrega valores transcendentes e significativos às atitudes dignas e relevantes dos educandos. É reforço de convívio harmonioso na família e na escola.
Alertamos para a urgência da adoção dos estímulos positivos condicionais   e condicionais na convivência diária. Os resultados são altamente positivos.  Todos nós sentimos forte impulso para a repetição de atos reforçados pelos estímulos. O exercício da autoridade do educador desperta confiança e cria novos caminhos para atender ao clamor angustiante dos educandos.
O sistema educação horizontal desperta para  a reflexão, para iniciativas pessoais e  grupais, para a criatividade,  para a evolução  do raciocínio e da lógica, e fomenta, com entusiasmo e vibração, a ampliação e o desenvolvimento  das potencialidades humanas.
A educação horizontal desenvolve espírito crítico, maturidade intelectual e emocional, vivência da solidariedade, habilitação para solucionar problemas, adoção de limites conveniados, etc.
Antônio Luiz Bianchessi

Orientação Profissional:Sofisticação no mercado de trabalho exige maior qualificação profissional

Orientação Profissional: Empresas buscam alunos de cursos e faculdades atrás de qualificação

Fórum Internacional - Faculdade Signorelli

A pedagogia da repetência

Durante os últimos cinqüenta anos, as estatísticas educacionais oficiais nos países da América Latina mostram um quadro onde a evasão escolar parece ser o principal entrave ao aumento da escolaridade e da competência cognitiva de sua população jovem.

Desde a década de 60, começam a aparecer trabalhos internacionais indicando que estes dados oficiais contém erros sistemáticos importantes, que têm conduzido os pesquisadores e autoridades educacionais destes países a análises e políticas que simplesmente não levam em conta o principal problema de fluxo de alunos nos sistemas, que é a excessiva taxa de repetência escolar, principalmente nas primeiras séries.

Foi a partir de 1985 que aqui no Brasil se começou a propor uma metodologia alternativa para determinar indicadores educacionais utilizando dados censitários ou de grandes surveys, como as PNADs da FIBGE (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que são realizadas anualmente.

Esta metodologia, modelo PROFLUXO (3), utiliza perguntas sobre a situação escolar de cada indivíduo entrevistado, que contém as seguintes informações:

1 — se freqüenta escola ou não;
2 — se freqüenta, qual a série e grau em que está matriculado;
3 — se não freqüenta, qual a última série concluída com êxito.

Assumindo que, para ter concluído ou estar matriculado numa série, o indivíduo concluiu com êxito as séries anteriores, é possível determinar a distribuição de ingressos e aprovados por série e por idade da população a partir dos 5 anos de idade.

Tem muito mais...Clique AQUI, e encontre um material importante para uma discussão pedagógica.